| Identificação | |
| Designação | Forte de Oitavos |
| Outras Designações | Forte de São Jorge Núcleo Museológico do Forte de S. Jorge dos Oitavos
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| Categoria / Tipologia | Arquitectura Militar / Forte
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| Inventário Temático | - |
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| Localização | |
| Divisão Administrativa | Lisboa / Cascais / Cascais |
| Endereço / Local | Estrada do Guincho Cascais
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| Protecção | |
| Situação Actual | Classificado |
| Categoria de Protecção | IIP Imóvel de Interesse Público |
| Decreto | Decreto n.º 735/74, DG n.º 297, de 21-12-1974 |
| ZEP | - |
| Zona "non aedificandi" | - |
| Abrangido em ZEP ou ZP | - |
| Património Mundial | - |
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| Descrições | |
| Nota Histórico-Artistica | Edificado entre 1642 e 1648, e integrando o grupo de fortalezas joaninas que formavam uma linha defensiva entre São Julião da Barra e o Cabo da Roca, o Forte de São Jorge de Oitavos é um "(...) caso singular no conjunto das [fortalezas] que se ergueram logo após a Restauração ao longo da costa de Cascais." (BARROS, BOIÇA, RAMALHO, 2001, p. 172). A sua localização permitia o cruzamento de fogo com as fortalezas de Nossa Senhora da Guia e de São Brás, causando um primeiro impacto de intimidação e persuasão face às armadas inimigas que se aproximavam da costa (Idem, ibidem). O forte apresenta planimetria poligonal, de lados desiguais, adaptando-se à falésia onde está implantado. As suas dimensões e a organização do espaço são "fora do comum" em relação às fortalezas contemporâneas construídas na costa de Cascais, uma vez que o recinto e a bateria apresentam grandes proporções (Idem, ibidem). Do lado oposto a esta foram dispostos os alojamentos, cinco dependências que formavam um rectângulo. Embora tenham sido executadas na fortalezas algumas obras de vulto, a sua estrutura manteve "(...) inalteradas, até finais do século XVIII, as suas características formais." (Idem, ibidem, p. 174). Na última década de Setecentos, devido à necessidade de modernizar o sistema defensivo, o Forte de São Jorge foi reformado, e embora a estrutura joanina se tenha mantido, a verdade é que estas obras originaram "um novo espaço fortificado" (Idem, ibidem). Depois das Guerras Liberais, o forte entrou em progressiva decadência, sendo cedido à Guarda Fiscal em 1889 (Idem, ibidem). Nas últimas décadas do século XX passou para a posse da Câmara Municipal de Cascais, funcionando actualmente como espaço museológico. C. O. |
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| Imagens | |
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| Bibliografia | |
| Título | As fortificações marítimas da costa de Cascais |
| Local | Lisboa |
| Data | 2001 |
| Autor(es) | BARROS, Maria de Fátima Rombouts BOIÇA, Joaquim Manuel Ferreira RAMALHO, Maria Margarida Marques
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