| Identificação | |
| Designação | Mosteiro de Tibães |
| Outras Designações | Conjunto formado pelo Cruzeiro, Igreja e Mosteiro de Tibães, Fontes e construções Arquitectónicas da Quinta de Tibães |
| Categoria / Tipologia | Arquitectura Religiosa / Mosteiro
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| Inventário Temático | - |
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| Localização | |
| Divisão Administrativa | Braga / Braga / Mire de Tibães |
| Endereço / Local | Largo do Mosteiro de São Martinho de Tibães Mire de Tibães 4700 Braga |
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| Protecção | |
| Situação Actual | Classificado |
| Categoria de Protecção | IIP Imóvel de Interesse Público |
| Decreto | Decreto n.º 33 587, DG n.º 63, de 27-03-1944 |
| ZEP | Portaria n.º 736/94, DR (I Série-B), n.º 187, de 13-05-1994 DG (II Série), n.º 242, de 18-10-1949 |
| Zona "non aedificandi" | - |
| Abrangido em ZEP ou ZP | - |
| Património Mundial | - |
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| Descrições | |
| Nota Histórico-Artistica | O Mosteiro de São Martinho de Tibães foi fundado na segunda metade do século XI e recebeu Carta de Couto em 1110 por D. Henrique e D. Teresa. Ao longo da Baixa Idade Média o Mosteiro tornou-se detentor de um vasto património. Recebeu obras de ampliação entre 1530 e 1550 por acção do abade Comendatário D. António de Sá. Em 1567 transformou-se na Casa-Mãe da Congregação de São Bento em Portugal e no Brasil e na primeira metade do século XVII, dada a decadência das antigas construções e o afluxo de meios proporcionados pela Congregação, deu-se início à grande campanha de que resultou o conjunto que hoje existe. Começando pela igreja, erigida entre 1628 e 1661, no local do templo românico, reorganizou-se o Claustro do Refeitório e construi-se o Claustro do Cemitério. Até 1700 levantaram-se as alas conventuais, que incluíam Portaria, Recibo, Dormitório, Hospedaria, Sala do Capítulo e Livraria. A igreja é um dos templos mais grandiosos do país e um dos maiores marcos da arte barroca. O início das obras filia-se ainda numa corrente maneirista, mas o Barroco haveria de triunfar nas numerosas obras desenvolvidas ao longo da segunda metade do século XVII e todo o século XVIII. Nela trabalharam arquitectos como Manuel Álvares e André Soares, e o estaleiro do Mosteiro foi mesmo um centro de aprendizagem de onde irradiaram mestres, escultores e imaginários para todo o Norte do país. Vendido em hasta pública em 1864, o Mosteiro de Tibães e toda sua cerca de 40 h, tiverem um uso predominantemente agrícola, mantendo-se a igreja e o claustro em uso paroquial. Em 1894, um incêndio destruiu o claustro do refeitório, refeitório e o capítulo e dormitórios conventuais. Já no século XX, o progressivo abandono a que esteve sujeito fez alastrar a ruína para as áreas do antigo coristado e noviciado, cozinhas, fornos e adegas. Em 1986 passou para propriedade do Estado. O conjunto tem vindo a ser intervencionado de forma gradual e através de medidas que integram ou reintegram funções antigas (caso da Casa Paroquial). Na actualidade, para além de continuar com alguns espaços em uso partilhado com a paróquia, como a igreja e o claustro, prevê-se a refundação de uma comunidade religiosa, a criação do Museu (...) e a viabilização de um Centro de Informação sobre Ordens Monásticas e Jardins Históricos, tendo em conta a importância do Mosteiro na "rota beneditina" portuguesa. Paulo Oliveira / Mosteiro de São Martinho de Tibães |
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| Imagens | | Pormenor de um painel de azulejos do claustro - | Ver Imagem |
| Aspecto geral da fachada lateral do Mosteiro - | Ver Imagem |
| Interior da igreja, perspectiva superior da capela-mor - | Ver Imagem |
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| Recuperação e Valorização | Lista dos Processos de Recuperação e Valorização do
Património |
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| Bibliografia | |
| Título | "Experiências portuguesas em Arqueologia da Arquitectura", Revista Estudos / Património, nº9, pp.44-55 |
| Local | Lisboa |
| Data | 2006 |
| Autor(es) | FONTES, Luís Fernando de Oliveira
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| Título | "Miguel Fernandes, Mestre Pedreiro de Rendufe, Alpendurada e Tibães (1716-1731)", Revista Estudos / Património, nº9, pp.159-171 |
| Local | Lisboa |
| Data | 2006 |
| Autor(es) | OLIVEIRA, Paulo João da Cunha
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| Título | São Martinho de Tibães. Um sítio onde se fez um mosteiro. Ensaio em Arqueologia da Paisagem e da Arquitectura |
| Local | Lisboa |
| Data | 2005 |
| Autor(es) | FONTES, Luís
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| Título | "O processo de extinção do Mosteiro de São Martinho de Tibães", Património - Estudos, nº7, pp.101-111 |
| Local | Lisboa |
| Data | 2004 |
| Autor(es) | MATA, Aida Maria Reis da OLIVEIRA, Paulo João da Cunha
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| Título | Sanctus Benedictus. São Bentinho |
| Local | Braga |
| Data | 2004 |
| Autor(es) | AA.VV.
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| Título | Imagens de um trabalho. Tibães Igreja |
| Local | Braga |
| Data | 2002 |
| Autor(es) | AA.VV.
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| Título | As mais belas igrejas de Portugal, vol. I |
| Local | Lisboa |
| Data | 1988 |
| Autor(es) | GIL, Júlio
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