| Identificação | |
| Designação | Igreja do Convento do Carmo |
| Outras Designações | Igreja do Carmo Museu Arqueológico do Carmo Ruínas do Carmo |
| Categoria / Tipologia | Arquitectura Religiosa / Igreja
|
| Inventário Temático | - |
| | |
| Localização | |
| Divisão Administrativa | Lisboa / Lisboa / Sacramento |
| Endereço / Local | Largo do Carmo Lisboa 1200-092 LISBOA |
| | |
| Protecção | |
| Situação Actual | Classificado |
| Categoria de Protecção | MN Monumento Nacional |
| Decreto | Decreto de 16-06-1910, DG n.º 136, de 23-06-1910 Decreto de 10-01-1907, DG n.º 14, de 17-01-1907 |
| ZEP | - |
| Zona "non aedificandi" | - |
| Abrangido em ZEP ou ZP | - |
| Património Mundial | - |
| | |
| Descrições | |
| Nota Histórico-Artistica | Mandado construír em 1389 pelo Condestável D. Nuno Álvares Pereira, este edifício sofreu diversas campanhas, que lhe foram alterando a feição inicial. De entre elas, destacam-se as realizadas durante o pós-terramoto de 1755, apesar de não terem observado a necessidade de cobrir as naves, o cruzeiro e o transepto da igreja, quer devido à ausência dos meios necessários ao seu restauro e/ou adaptação, como de uma certa postura assumida no âmbito da teoria de conservação e restauro mantida pelos nossos mais destacados intelectuais desde, pelo menos, o 1.º quartel de oitocentos.
De planta de cruz latina, constituída por três naves de cinco tramos, transepto saliente e cabeceira escalonada com a capela-mor ladeada por quatro absidíolos de diferentes dimensões - quer em largura, como em profundidade -, o seu frontespício encontra-se dividido em três panos, terminando em empena os laterais, rasgando-se por um amplo vão rectangular. Contrafortado com portal de arco com seis arquivoltas sobre colunas de capitéis vegetalistas, e inscrito em alfiz, o seu corpo central termina com uma rosácea truncada. Interiormente, as suas naves encontram-se apartadas por intermédio de pilares cruciformes, de capitéis vegetalistas e arcos quebrados, sendo que as naves laterais possuem, cada uma, quatro capelas, de arco igualmente quebrado, e emolduradas por colunas segmentadas, coroadas por janelas de vão curvo, no intervalo das quais encontramos mísulas de arranque das abóbadas.
Desde 1864 que serve, simultaneamente, de sede da Associação dos Arqueólogos Portugueses e de espaço museológico - Museu Arqueológico do Carmo (MAC), também ele pertença desta sociedade secular.
[AMartins] |
| | |
| Imagens | | Vista parcial do lado exterior da igreja, com alguns dos seus arcobotantes. - | Ver Imagem |
| Vista geral das naves com a entrada para a antiga capela-mor - | Ver Imagem |
| Janela manuelina que encima a entrada para a capela-mor - | Ver Imagem |
| Portal principal e entrada do Museu Arqueológico do Carmo - | Ver Imagem |
|
| | |
| Bibliografia | |
| Título | "Carmo (Convento e Igreja do), in Dicionário da História de Lisboa |
| Local | Lisboa |
| Data | 1994 |
| Autor(es) | |
| | |
| Título | "Igreja do Convento do Carmo", Monumentos e Edifícios Notáveis do Distrito de Lisboa |
| Local | - |
| Data | 1973 |
| Autor(es) | SILVA, Jorge Henrique Pais da Silva
|
| | |
| Título | "Largo do Carmo", Monumentos e Edifícios Notáveis do Distrito de Lisboa |
| Local | - |
| Data | 1973 |
| Autor(es) | SILVA, Jorge Henrique Pais da Silva
|
| | |
| | |
|