| Identificação | |
| Designação | Chafariz de Arruda dos Vinhos |
| Outras Designações | |
| Categoria / Tipologia | Arquitectura Civil / Chafariz
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| Inventário Temático | - |
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| Localização | |
| Divisão Administrativa | Lisboa / Arruda dos Vinhos / Arruda dos Vinhos |
| Endereço / Local | Largo Miguel Bombarda Arruda dos Vinhos 2630 ARRUDA DOS VINHOS |
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| Protecção | |
| Situação Actual | Classificado |
| Categoria de Protecção | IIP Imóvel de Interesse Público |
| Decreto | Portaria n.º 1035/2005, DR, 2.ª, n.º 206, de 26-10-2005 Despacho de homologação de 25-07-1997 do Ministro da Cultura |
| ZEP | - |
| Zona "non aedificandi" | - |
| Abrangido em ZEP ou ZP | - |
| Património Mundial | - |
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| Descrições | |
| Nota Histórico-Artistica | Definido um amplo largo no centro da vila, o chafariz pombalino de Arruda impõe-se, hoje, mais pelo seu aparato cenográfico que marca decisivamente a malha urbana, do que pelas razões utilitárias que, em 1789, estiveram na origem da sua edificação. Na verdade, o século XVIII dedicou especial atenção à questão do abastecimento da água às populações, sendo que as construções decorrentes desta preocupação, por parte da coroa, dos municípios ou dos nobres e eclesiásticos era, simultaneamente, uma forma de reforço do seu poder, ao qual não deixavam de associar a sua própria imagem, habitualmente através da exibição de brasões. Assim, a pedra de armas de Portugal no coroamento do chafariz de Arruda dos Vinhos, denuncia uma mais que possível iniciativa ou colaboração régia na sua edificação. O espaldar é seccionado por pilastras, encimadas por fogaréus assentes sobre bases piramidais. O remate contracurvado dos três panos converge, ao centro, no arco canopial que coroa e faz destacar o eixo do monumento. Este, é formado pela bacia e respectivas bicas, a que se segue um motivo vegetalista relevado ligando-se à pedra de armas, e terminando com a urna que remata o arco. Acede-se à plataforma das bicas através de duas escadas nos extremos do chafariz, abrindo-se, entre elas, um amplo tanque rectangular, antecedido, no alçado frontal, por um conjunto de pilares. A água que o abastece jorra de uma bica que se liga directamente à bacia superior. A sua construção, já do final do século XVIII, denota a influência pombalina na depuração das linhas, mas revela ainda o dinamismo barroco em determinados pormenores, como os fogaréus que rematam as pilastras. (Rosário Carvalho) |
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| Imagens | | Planta de localização do imóvel e respectiva zona de protecção / IPPAR-DRL - | Ver Imagem |
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| Bibliografia | |
| Título | Monumentos e Edifícios Notáveis do Distrito de Lisboa |
| Local | Lisboa |
| Data | 1963 |
| Autor(es) | AZEVEDO, Carlos de FERRÃO, Julieta GUSMÃO, Adriano de
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| Título | Memórias sobre chafarizes, bicas e fontes |
| Local | Lisboa |
| Data | 1851 |
| Autor(es) | ANDRADE, José Sérgio Veloso de
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