| Identificação | |
| Designação | Palácio Nacional de Sintra |
| Outras Designações | Palácio da Vila |
| Categoria / Tipologia | Arquitectura Civil / Palácio
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| Inventário Temático | - |
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| Localização | |
| Divisão Administrativa | Lisboa / Sintra / Sintra (São Martinho) |
| Endereço / Local | Largo Rainha D. Amélia Sintra 2710 Sintra |
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| Protecção | |
| Situação Actual | Classificado |
| Categoria de Protecção | MN Monumento Nacional |
| Decreto | Decreto de 16-06-1910, DG n.º 136, de 23-06-1910 |
| ZEP | - |
| Zona "non aedificandi" | - |
| Abrangido em ZEP ou ZP | - |
| Património Mundial | Abrangido pela "Paisagem Cultural e Natural de Sintra", incluída na Lista de Património Mundial - MN (nº7, do art.º 15, da Lei 107/2001 de 8 de Setembro) |
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| Descrições | |
| Nota Histórico-Artistica | O Palácio Nacional de Sintra é o único sobrevivente íntegro dos paços reais medievais em Portugal. Muito provavelmente, foi construído sobre a residência dos antigos wallis muçulmanos e desde o início da Monarquia os monarcas portugueses aqui tiveram um Paço. As principais campanhas de obras que lhe conferiram o aspecto actual devem-se a D. João I, que o reconstruiu, e a D. Manuel I, que acrescentou a hoje denominada ala manuelina.
Durante a Idade Moderna o Palácio não cessou de ser engrandecido, como o provam os elementos renascentistas do tempo de D. João III, a grande Sala dos Cisnes, a mais antiga Sala de aparato dos Palácios portugueses, e onde se encontram os retratos de D. Catarina de Bragança, de Carlos II de Inglaterra e de D. Pedro II, ou a Sala dos Brasões, cuja cúpula ostenta as armas de D. Manuel, de seus filhos, e de setenta e duas das mais importantes famílias da Nobreza, e cujo revestimento integral das paredes data do século XVIII, obra do ciclo dos Grandes Mestres da azulejaria lisboeta dessa altura.
Afectado pelo grande terramoto de 1755, foi logo reconstruído "à maneira antiga", e durante os séculos XIX e XX sofreu ainda outras obras que transformaram irremediavelmente algumas partes, como os edifícios que fechavam o Largo Rainha D. Amélia, que então foram destruídos. Convertido em museu a partir de 1940, na actualidade é objecto de um Programa de restauro e valorização da responsabilidade do IPPAR, que teve como primeira medida a recuperação das coberturas e fachadas, e que prosseguirá com a recuperação e restauro do património móvel e com a criação de uma nova dinâmica na interpretação e animação do monumento e respectiva envolvente.
A capela, reformulada na campanha de D. Manuel I, filia-se no estilo mudéjar, pelo tapete de azulejos hispano-mouriscos das paredes, de que subsistem muito poucos testemunhos em Portugal. Desses dois primeiros períodos, o principal destaque vai para a cozinha, com as suas duas chaminés de 33m de altura, a Sala Árabe, parcialmente revestida com azulejos de matriz geométrica, ou o magnífico pátio central, com os seus arcos geminados cairelados. PAF
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| Imagens | |
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| Recuperação e Valorização | Lista dos Processos de Recuperação e Valorização do
Património |
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| Bibliografia | |
| Título | História da Arte em Portugal - o Gótico |
| Local | Lisboa |
| Data | 2002 |
| Autor(es) | ALMEIDA, Carlos Alberto Ferreira de BARROCA, Mário Jorge
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| Título | Paços Medievais Portugueses |
| Local | Lisboa |
| Data | 2002 |
| Autor(es) | SILVA, José Custódio Vieira da
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| Título | Sintra Património da Humanidade |
| Local | Sintra |
| Data | 1998 |
| Autor(es) | RIBEIRO, José Cardim
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| Título | Solares portugueses |
| Local | Lisboa |
| Data | 1988 |
| Autor(es) | AZEVEDO, Carlos de
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| Título | Palácios e solares portuguezes (Col. Encyclopedia pela imagem) |
| Local | Porto |
| Data | 1900 |
| Autor(es) | SEQUEIRA, Gustavo de Matos
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