| Identificação | |
| Designação | Convento de São Bento de Castris |
| Outras Designações | |
| Categoria / Tipologia | Arquitectura Religiosa / Convento - Itinerário de Cister
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| Inventário Temático | - |
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| Localização | |
| Divisão Administrativa | Évora / Évora / Malagueira |
| Endereço / Local | Monte de São Bento de Castris, -- Évora (a 2 km) 0000-000 - |
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| Protecção | |
| Situação Actual | Classificado |
| Categoria de Protecção | MN Monumento Nacional |
| Decreto | Decreto n.º 8 218, DG n.º 130, de 29-06-1922 |
| ZEP | DG (II Série), n.º 210, de 06-09-1962 |
| Zona "non aedificandi" | - |
| Abrangido em ZEP ou ZP | - |
| Património Mundial | - |
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| Descrições | |
| Nota Histórico-Artistica | Erigido sobre uma singela ermida dedicada a S. Bento, construída em 1169, o convento cisterciense de São Bento de Cástris, uma das mais antigas casas religiosas femininas em Portugal, remonta ao século XIV, tendo a igreja sido consagrada no ano de 1328. O actual templo acusa vestígios da herança românica, gótica, mudéjar, manuelina e barroca, tendo, no entanto, as principais intervenções ocorrido no reinado de D. Manuel, período em que este foi substancialmente alterado sob a égide dos nobres da Casa dos Almeidas. A construção articula-se em torno de um claustro central, fazendo-se a entrada para o complexo conventual através de um pórtico rematado por frontão triangular e delgados pináculos, tendo ao centro gravadas as armas eclesiásticas de S. Bernardo de Claraval ladeadas por dois nichos, actualmente vazios e originalmente destinados aos padroeiros da Ordem cisterciense, S. Bernardo e S. Bento. Esta passagem comunica com um amplo pátio que abre para a fachada principal do templo -a Sul- bem como para as duas restantes dependências - a Norte - , respectivamente Casa do Intendente e Casa do Confessor. A fachada principal do convento, estruturada em dois registos, é rasgada por janelas rectangulares e dois pórticos : um, em arco de volta perfeita, de cantaria e outro, de arco abatido suportado por aduelas em cantaria rusticada, onde, no lintel se encontra gravada a data de 1617, fazendo a comunicação com a zona do antigo pomar. Na zona exterior do templo e da sacristia, duas sineiras ornamentam o remate da fachada. O interior do templo, cuja feição estilística é marcadamente manuelina, possui uma entrada axial, localizada a nascente, que abre para um alpendre rasgado por pórtico de duas arquivoltas e colunas finamente torneadas, de bases entrançadas, de aspecto análogo ao pórtico da Igreja Real de S. Francisco. A igreja apresenta planta longitudinal, dividida em quatro tramos , coro alto, sendo coberta por abóbada polinervada, com bocetes talhados, uns representando a esfera armilar, outros as armas da família Almeida. Esta tipologia de abóbada extravasa o espaço da igreja, podendo também ser encontrada numa galeria de acesso ao claustro. Ainda subsistem frescos nos panos da algumas abóbadas, sob a forma de delicadas representações polícromas de anjos. SCP |
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| Imagens | | Interior dos frescos na cúpula da capela exterior - | Ver Imagem |
| Pormenor dos frescos na cúpula da capela exterior - | Ver Imagem |
| Detalhe de capitel geometrizante no claustro - | Ver Imagem |
| Detalhe de capitel vegetalista no claustro - | Ver Imagem |
| Arcos apontados numa galeria de acesso ao claustro - | Ver Imagem |
| Arco apontado e galeria de acesso ao claustro - | Ver Imagem |
| Abóbada na galeria de acesso ao claustro - | Ver Imagem |
| Pormenor dos frescos na galeria de acesso ao claustro - | Ver Imagem |
| Detalhe dos frescos e fecho da abóbada na galeria de acesso ao claustro - | Ver Imagem |
| Portal e alpendre da igreja do convento - | Ver Imagem |
| Varanda num pátio interior do convento - | Ver Imagem |
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| Bibliografia | |
| Título | O Tardo-Gótico em Portugal, a Arquitectura no Alentejo |
| Local | Lisboa |
| Data | 1989 |
| Autor(es) | SILVA, José Custódio Vieira da
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| Título | Inventário Artístico de Portugal, vol. VII (Concelho de Évora - volume I) |
| Local | Lisboa |
| Data | 1966 |
| Autor(es) | ESPANCA, Túlio
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| Título | El mudejarismo en la arquitectura portuguesa de la epoca manuelina |
| Local | Madrid |
| Data | 1955 |
| Autor(es) | PEREZ EMBID, Florentino
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